Médias dos agregadores
| Agregador | Plataforma | Nota | Análises da crítica | Veredito |
|---|---|---|---|---|
| Metacritic | PlayStation 5 | 86 | 46 | Geralmente favorável (44 positivas, 2 mistas, 0 negativas) |
| Metacritic | PC | 84 | 18 | Geralmente favorável (14 positivas, 4 mistas, 0 negativas) |
| Metacritic | Xbox Series X | 88 | 6 | Geralmente favorável |
| Metacritic | Nintendo Switch | tbd | De 3 a 4 | Ainda não há análises suficientes para um Metascore |
| OpenCritic | Todas as plataformas | 85 | 64 críticos | Mighty; 97% da crítica recomenda (registro de 13 e 14 de outubro) |
Com esses números, Belmont's Curse entra com folga na lista de obrigatórios para quem curte o gênero. A versão de PS5 concentra a maioria das análises, então o 86 dela é o número mais confiável. A nota do PC fica um pouco abaixo, em 84: caiu do 85 que registramos em 13 de outubro conforme chegaram mais análises. O 88 do Xbox se apoia em apenas seis análises, e a versão de Switch ainda não tem Metascore, em parte porque menos veículos a analisaram antes do lançamento.
Para comparar, a Wikipédia lembra que o jogo mais aclamado da série, Castlevania: Symphony of the Night, tem 93 no Metacritic. Belmont's Curse não chega a esse patamar na média, mas os analistas citam Symphony o tempo todo como a comparação certa, o que diz muito sobre a ambição do jogo.
A imprensa brasileira
| Veículo | Plataforma | Nota | Em resumo |
|---|---|---|---|
| Combo Infinito | PS5 | 90 | A melhor experiência de metroidvania desde Symphony of the Night; sistema de tarô que absorve habilidades é inovador, com pequenas falhas de mecânica |
| PSX Brasil | PS5 | 85 | Joga no seguro e tem limitações, mas os acertos se destacam e vale muito a pena; pede texturas melhores em telas 4K |
| GameBlast | PC | 85 | Retorno digno, com combate rápido, chefes criativos e exploração recompensadora; variedade de armas, movimentação e música poderiam ser melhores |
Os três veículos brasileiros que entraram no Metacritic ficam entre 85 e 90, perto da média global. O Combo Infinito é o mais entusiasmado e destaca o sistema de cartas de tarô; o PSX Brasil lembra que a série estava há 18 anos sem um jogo no estilo tradicional, diz que ele mata a sede dos fãs antigos e serve de porta de entrada para novatos, e reclama de texturas de baixa resolução em telas 4K; e o GameBlast avisa que quem espera algo mais próximo dos últimos Castlevania em 2D pode se decepcionar, mas que a identidade da série está preservada. Entre os hispânicos, a IGN Espanha deu 9/10, o HardZone 96 e a Atomix, do México, 95.
Notas por veículo
| Veículo | Plataforma analisada | Nota | Em resumo |
|---|---|---|---|
| GameSpot | PC | 100 | Todos os sistemas funcionam sozinhos e em conjunto; espera vê-lo ao lado de Symphony of the Night |
| Shacknews | PS5 | 100 | Defende que pode ser o melhor Castlevania de todos; elogia as opções para ajustar a intensidade |
| RPG Fan | PS5 | 97 | O melhor metroidvania que o analista já jogou |
| CGMagazine | Xbox Series X | 95 (9,5/10) | Um retorno à boa forma imperdível |
| Game Informer | Xbox Series X | 93 | Mundo rico, combate tenso e um mapa cheio de segredos |
| TheGamer | PS5 | 90 | História envolvente, exploração e combate excelentes, mistura quase perfeita de novo e antigo |
| IGN Espanha | PS5 | 90 (9/10) | Visualmente deslumbrante e cheio de ideias |
| IGN Alemanha | PC | 90 | Os pontos fortes clássicos da série com ideias novas, sem afastar os veteranos |
| Jeuxvideo.com | PS5 | 85 | Não revoluciona, mas é feito com maestria e tem exploração exemplar |
| IGN | PS5 | 80 (8/10) | Ótimas ferramentas de mapa e bom combate, mas é melhor metroidvania do que Castlevania |
| GamesRadar+ | PS5 | 80 (4/5) | Bonito, desafiador e cheio de quebra-cabeças |
| RPG Site | PC | 80 | O equilíbrio da jogabilidade não chega lá; todo o resto impressiona |
| Eurogamer Alemanha | PS5 | 80 | A estrutura básica é impecável |
| IGN Itália | PS5 | 80 | Narrativa profunda e sistema de tarô inteligente; a variedade de armas é rasa |
| Push Square | PS5 | 70 (7/10) | Bom, mas não se destaca num gênero lotado; às vezes responde mal |
| Creative Bloq | PS5 | 70 | Um retorno bem-vindo que poderia se diferenciar mais dos rivais modernos |
| GamingBolt | PC | 70 | Um renascimento digno cujos fundamentos precisam de ajustes |
| Siliconera | Switch | 70 | Um retorno irregular; problemas de desempenho e de imagem no Switch |
| Nintendo World Report | Switch | 70 | Um grande passo à frente, com arestas na exploração e nos pontos de renascimento |
| VGC | Xbox Series X | 60 | Visual e som excelentes, mas a jogabilidade base parece datada |
| Polygon | PS5 | Sem nota | Está à altura do que veio antes enquanto traça um futuro novo |
As notas das tabelas são os números que o Metacritic atribui a cada análise, convertidos para a escala de 0 a 100 dele; quando conhecemos a escala do próprio veículo, ela aparece entre parênteses. Os resumos são paráfrases curtas nossas do veredito de cada veículo, então siga as fontes no fim da página para ler as análises completas.
O que a crítica elogia
- Movimentação e combate. A GameSpot destaca o combate flexível e a movimentação acrobática; a Game Informer fala em combate tenso. A experiência da Evil Empire com Dead Cells aparece na velocidade com que Rose se move, e o GameBlast também elogia o combate rápido.
- O sistema de tarô e Arcanos. Transformar chefes derrotados em cartas de feitiço equipáveis é a ideia que quase todo mundo cita primeiro: a GameSpot diz que é a cola que une os sistemas, a IGN Itália acha inteligente e o Combo Infinito chama de inovador.
- Exploração. A Game Informer descreve um mapa “recheado de segredos”, o TheGamer elogia a exploração excelente e a Jeuxvideo.com a chama de exemplar.
- Apresentação. As análises elogiam no geral a direção de arte, a Paris gótica e a trilha sonora, que mistura músicas novas com uma versão do clássico Bloody Tears.
- Respeito pela série. Shacknews e IGN Alemanha dizem que o jogo equilibra ideias novas com os pontos fortes clássicos de Castlevania, e a Polygon diz que ele usa a iconografia da série “com a habilidade de um Belmont”.
- Facilidades. A IGN destaca ferramentas de acompanhamento do mapa bem práticas, e a Shacknews menciona opções para ajustar a intensidade do jogo.
As críticas mais comuns
- Joga no seguro. É a reclamação mais repetida: num gênero cheio de metroidvanias modernos e fortes, Push Square, VGC e Creative Bloq acham que ele não faz o bastante para se destacar; o PSX Brasil vai na mesma linha.
- Menos cara de Castlevania. A IGN argumenta que ele é um metroidvania melhor do que um Castlevania, trocando parte do charme característico da série por velocidade.
- Equilíbrio e frustração. O RPG Site achou o equilíbrio da jogabilidade desajustado, a Push Square descreve momentos em que o controle não responde e leva a mortes frustrantes, e a IGN Itália cita checkpoints de plataforma mal posicionados.
- Pouca variedade de armas. A IGN Itália sentiu que as armas são menos variadas do que as sete categorias sugerem, e o GameBlast também pede mais variedade.
- Desempenho no Switch. A Siliconera relata problemas de desempenho e visual mais fraco no Switch e no Switch 2, e sugere esperar correções no hardware da Nintendo.
Diferenças entre plataformas
PS5, Xbox Series X|S e PC rodam a 60 fps, enquanto a versão de Switch roda a 30 fps, e até agora as notas seguem essa divisão: as três análises de Switch com nota no Metacritic vão de 70 a 80, contra o Metascore 86 do PS5. Não há versão nativa de Switch 2; o Switch 2 roda a versão de Switch, que segundo a Nintendo se comporta igual ao Switch. Se você tem várias plataformas, PS5, Xbox ou um PC que atenda aos requisitos do sistema são a escolha mais segura. No Xbox, o Xbox Play Anywhere ainda faz uma única compra digital valer para o console e para o Xbox on PC.
Quanto tempo dura Castlevania: Belmont's Curse?
A Konami não confirmou uma duração oficial até 14 de outubro de 2026. As análises que conferimos dão poucas pistas: o Nintendo World Report fala em “mais de uma dúzia de horas” de diversão, e o site espanhol Areajugones publicou a análise depois de 20 horas de jogo, segundo o próprio título. Num metroidvania, o tempo varia muito conforme quanto do mapa você completa, então trate isso como uma referência aproximada para a primeira partida, não como promessa.
Vale a pena comprar Castlevania: Belmont's Curse?
Sim, se você ama Castlevania no estilo Symphony. O consenso da crítica é que se trata de um jogo novo caprichado, fiel e rápido, e até as análises mais mornas dizem que ele é divertido. Por R$ 169,90 no Brasil (US$ 29,99 nos EUA), ele também custa menos que a maioria dos lançamentos de preço cheio.
Na dúvida, jogue a demo antes. A demo gratuita cobre a área inicial até o primeiro chefe, O Decaído, e o progresso é mantido, então você não perde nada. Se você já jogou muitos metroidvanias modernos e quer algo que reinvente o gênero, as análises mais críticas sugerem que ele pode parecer familiar.
No Switch, considere esperar. Com 30 fps, relatos de problemas de desempenho e ainda sem Metascore, quem joga no Switch talvez prefira esperar mais análises ou um patch. Se o Switch for sua única opção, jogue antes a demo nele para avaliar o desempenho você mesmo e depois escolha uma edição no nosso guia de edições.
Como apresentamos as notas
Só citamos notas de páginas que conferimos, sempre com data, e linkamos o agregador e as próprias análises. Nunca colocamos notas de terceiros nos nossos dados estruturados nem as apresentamos como avaliação deste site. Vamos atualizar esta página depois do lançamento, conforme chegarem as análises de Switch e as médias se estabilizarem, e registrar cada atualização na página de notícias.
Perguntas frequentes
Qual é a nota de Castlevania: Belmont's Curse no Metacritic?
Em 14 de outubro de 2026, o Metacritic mostrava 86 no PS5 (46 análises da crítica), 84 no PC e 88 no Xbox Series X, todas geralmente favoráveis. A nota do Switch ainda aparece como “tbd”.
Castlevania: Belmont's Curse é bom?
A crítica diz que sim, no geral: 97% dos críticos o recomendavam no OpenCritic no nosso registro de 13 e 14 de outubro. A principal crítica é que ele arrisca pouco em comparação com os metroidvanias modernos.
Qual versão de Belmont's Curse tem as melhores notas?
O Xbox Series X tem o maior Metascore, 88, mas com só seis análises. O PS5 tem mais análises, com 86. A versão de Switch roda a 30 fps e recebeu reclamações de desempenho.
O que a imprensa brasileira achou?
Gostou: no Metacritic, o Combo Infinito deu 90 e falou na melhor experiência de metroidvania desde Symphony of the Night, e o PSX Brasil e o GameBlast deram 85, elogiando o combate e a exploração.
Fontes
- Metacritic: análises da crítica no PS5(abre em uma nova aba) metacritic.com
- Metacritic: análises da crítica no PC(abre em uma nova aba) metacritic.com
- Metacritic: análises da crítica no Xbox Series X(abre em uma nova aba) metacritic.com
- Metacritic: análises da crítica no Switch(abre em uma nova aba) metacritic.com
- OpenCritic(abre em uma nova aba) opencritic.com
- Análise do Combo Infinito(abre em uma nova aba) comboinfinito.com.br
- Análise do PSX Brasil(abre em uma nova aba) psxbrasil.com.br
- Análise do GameBlast(abre em uma nova aba) gameblast.com.br
- TheGamer: resumo das análises (em inglês)(abre em uma nova aba) thegamer.com
- Análise da GameSpot (em inglês)(abre em uma nova aba) gamespot.com
- Análise da IGN (em inglês)(abre em uma nova aba) ign.com
- Análise da Game Informer (em inglês)(abre em uma nova aba) gameinformer.com
- Análise da Push Square (em inglês)(abre em uma nova aba) pushsquare.com
- Análise da Siliconera (em inglês)(abre em uma nova aba) siliconera.com
- Análise do Nintendo World Report (em inglês)(abre em uma nova aba) nintendoworldreport.com
- Análise do Areajugones (em espanhol)(abre em uma nova aba) areajugones.sport.es
- Wikipédia (em inglês): a série Castlevania e seu histórico no Metacritic(abre em uma nova aba) en.wikipedia.org